sexta-feira, 16 de março de 2012

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ganhar dinheiro

Dicas para comprar carro 0Km


Ao avaliar as tabelas de preços médios de veículos novos, publicadas nos jornais semanalmente, já se pode estabelecer uma relação entre o dinheiro disponível e o carro desejado. Se a sorte bateu à porta e há possibilidade de pagar à vista, o consumidor armado dos folhetos publicitários deve checar pessoalmente os preços dando ênfase aos descontos, condições de entrega e a efetiva vantagem econômica das promoções alardeadas.
Decidida a melhor proposta, o interessado especifica num pedido de compra as características do automóvel pretendido e vai procurar saber se há disponibilidade para entrega imediata ou se existe lista de espera e qual a sua previsão. Essas e outras informações como a descrição de acessórios básicos e opcionais, especificações do veículo (cor, modelo, ano, chassi), valor total e condições de pagamento têm que estar registradas no contrato ou no pedido de compra.
Cabe ressaltar que as concessionárias oferecem preços promocionais para modelos básicos. Acessórios opcionais e pintura metálica ou perolizada são, via de regra, cobrados à parte e devem ser discriminados na nota fiscal, assim como item por item dos kits promocionais ou pacotes de comodidades.
Na entrega o fornecedor está obrigado a fornecer o manual de instruções em português. Consulte-o atentando para as informações técnicas sobre o veículo, inclusive a garantia contratual e as exigências para sua validade. O Código de Defesa do Consumidor prevê garantia de 90 dias para vícios (defeitos) aparentes em produtos duráveis.
MENOS DINHEIRO, MAIS CUIDADO
Se o dinheiro disponível ou a poupança não foram suficientes para fazer negócio à vista e a escolha recair sobre outras modalidades, o consumidor precisa ter cuidado redobrado. E, ao fazer comparações para escolher o plano que melhor couber no seu orçamento, é necessário utilizar o mesmo prazo de duração e o mesmo valor de entrada.
Leasing: Trata-se de um contrato de arrendamento mercantil, ou seja, há o aluguel do carro por um período pré-estabelecido, onde o cliente faz a opção de compra pagando a taxa residual que corresponde a depreciação do veículo durante a locação. Essa cláusula de opção deve estar no contrato, bem como a fase em que poderá ser feita (início, meio ou final).
Financiamento: Quanto mais extenso o prazo, maior o valor total final em comparação ao valor à vista. Sendo assim faz-se indispensável um levantamento de preços com foco nos juros estipulados e no preço à vista. As condições de pagamento, entrada, número, importância e data de vencimento das prestações devem ficar estabelecidas no contrato, assim como encargos e multas por atraso. É importante não esquecer que nos valores das parcelas estarão incluídos o valor da TAC (taxa de abertura de crédito) e o IOF (imposto sobre operações financeiras), se estes não forem pagos na contratação. O Código de Defesa do Consumidor determina multa de mora máxima por atraso de 2% nas operações de outorga de crédito ou concessão de financiamento.

Compra programada: O consumidor paga mensalmente um percentual do valor do carro até atingir um montante que lhe permitirá fazer a opção de faturamento do bem, ou quando o consumidor atingir o total de 100%. Nesses termos a abertura de uma poupança é mais oportuna pois a desistência do cliente acarreta multa sobre a quantia a ser devolvida, com o agravante de o produto sofrer grandes atrasos na entrega.
Consórcio: Nessa modalidade não incidem juros. O crédito a receber e as prestações são calculados com base no valor do bem ou no índice contratado. As parcelas, identificadas em percentual, compreendem além do fundo comum (dinheiro destinado a compra do bem), a taxa de administração e, não obrigatoriamente, uma parcela de fundo de reserva. Esse fundo serve para prevenir ocasional falta de dinheiro em caixa. Existem consórcios que ainda incluem a taxa de seguro de vida. O consumidor, antes da contratação, não pode deixar de verificar junto ao Banco Central se o grupo está autorizado a funcionar e a vender cotas.

Boa Sorte!


Beijinhos!

Silene Silva

Dicas para comprar um carro usado

Para fazer um bom negócio


Verifique a procedência do carro


CONSULTE:

1º    Detran
2º    Multas
3º    IPVA


Antes de adiantar qualquer valor, veja o veículo e faça a checagem dos seus documentos.
Forneça seus dados apenas pessoalmente.
Exija que o documento esteja em nome do vendedor.
Evite documentos e notas fiscais encaminhadas por fax.
Confira a numeração do chassi, normalmente próximo ao motor, em todos os vidros do carro e em etiquetas localizadas embaixo do banco do passageiro, sobre a suspensão dianteira direita e em outros locais variando conforme o fabricante.
É preciso checar se a data de fabricação do cinto se segurança e do motor combinam com o ano de fabricação do próprio carro.
Também as placas de licença têm que conferir com o documento impresso, a exemplo do tipo de combustível.
O comprador de um carro usado tem que conter sua empolgação de fechar um negócio que parece irresistível, pois é preciso desconfiar de preços muito baixos e vantagens milagrosas.
Verifique o estado do hodômetro: muitas vezes, na adulteração, ele é riscado.
Preste atenção no estado dos pneus, do estofamento e dos pedais, para ver se são compatíveis com a quilometragem indicada no painel.
Peça e examine o livrete de garantia, desconfiando se sua perda for alegada.
O simples ato de sentar-se nos bancos dá uma dimensão do produto. Bancos soltos, tortos, rasgados ou quebrados são péssimos sinais.
Exija os equipamentos de segurança obrigatórios, que são o extintor de incêndio, macaco, chave de rodas, triângulo, além de cintos de segurança e do estepe.
A pintura é a chave para detectar que o carro foi batido. Verifique se há diferenças de tonalidades ou respingos em borrachas.
Não compre o carro em um dia de chuva. As gotas d'água podem mascarar ondulações da lataria.
Desconfie de farol mais novo em apenas um lado. Por economia o dono pode ter trocado apenas a peça quebrada.
Forração solta pode ser um sinal de que a lataria precisou ser mexida
A solda original de fábrica é pontilhada. Se você encontrar um fio contínuo de solda sob o capô, é porque o carro foi batido.
Examine o carro sob a luz do sol. A luz artificial das garagens fechadas atrapalha a identificação de diferenças de tonalidade de pintura.
Se o carro estiver com menos de 30.000 km, certifique-se de que os quatro pneus são do mesmo lote e se são os primeiros, que sairam da fábrica junto com o carro. Se forem diferentes, desconfie, pois raramente um pneu novo dura menos que uns 30 ou 50.000 km.
Ao comprar um modelo com airbag, a luz espia deve acender por alguns segundos e depois apagar. Aliás, isso vale para qualquer sistema eletrônico, como o ABS.
Evite carros com "sinistrado" ou "REM" (chassi remarcado) no documento. Valem 30% menos.
Conheça o passado de um veículo através de sua placa

Carro de praça

Atenção com os veículos brancos que tenha o Y como a segunda letra da placa, ex: BYA, BYG, CYB, CYR. Geralmente os taxistas vendem para particulares para conseguir um valor maior, mas seus carros são mais desgastados e rodados. Outras placas muito utilizadas por táxis em São Paulo-SP: DTD, CGS, CZZ, DJE, CZX, ELQ, EFV, EFW, ECT. Se for branco com essas placas é quase certo que o carro já foi um táxi e rodou centenas de milhares de quilômetros.
Carro de leilão

Atenção com carros oferecidos sem manual do proprietário, carros em que o dono está com o mesmo há pouco tempo. Podem ser procedentes deste tipo de comércio. São carros mal cuidados, muitas vezes sofreram colisões graves, pessoas morreram neles.

Carro de locadora ou de frotas

Atenção com carros básicos geralmente de cor prata ou branca. Se estiver com a placa de outro estado (geralmente de Minas Gerais ou Paraná), desconfie. Veja a relação de placas de carros para cada estado.

Cuidado para não comprar carro atingido por enchente

1- O mau cheiro dentro do veículo é um grande indicador, a água penetra no carpete e nas espumas dos bancos e não seca facilmente.
2- Faça uma vistoria no motor e procure por peças e parafusos enferrujados.
3- Verifique na frente do radiador se há sujeira impregnada, como papéis, sacos plásticos, folhas, entre outros resíduos.
4- Olhe dentro do porta-luvas se o manual do proprietário não está com as folhas enrugadas, sinal típico de papel molhado.
5- Cheque o funcionamento de toda parte elétrica do veículo, inclusive velocímetro, marcador de combustível e luzes em geral. Verifique se alguma luz de advertência do painel de instrumentos fica acesa constantemente.
6- Puxe a vareta do óleo do motor. Se ele estiver esbranquiçado, é sinal claro de mistura de água com óleo.
7- Ruídos de rolamento no compartimento do motor indicam que água retirou a graxa de dentro deles.
8- Ruído ao pressionar o pedal da embreagem também é um sinal de que o carro foi vítima de alagamento.
9- Levantar o carro em uma oficina é uma boa medida, da mesma forma que no radiador a sujeira fica presa na suspensão do veículo.
10- O macaco do carro é uma peça que enferruja muito fácil com a presença de água, se o mesmo estiver muito enferrujado é um forte sinal de que o veículo foi alagado em uma enchente.
11- Desconfie de preços muito convidativos na hora de adquirir um usado.

Beijinhos!
Silene Silva